Existe um modelo conceitual transteórico que postula a divisão da relação psicológica terapêutica em três fenômenos distintos, sendo eles: a aliança terapêutica, a transferência e a contratransferência e a relação terapêutica real. Todos estes fenômenos, durante um processo de terapia, coexistem simultaneamente, sendo contudo, a aliança terapêutica o principal fenômeno de presságio de sucesso em um tratamento psicoterápico.
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A relação terapêutica, em síntese, resume-se a uma relação pessoal da figura do terapeuta cognitivo-comportamental estabelecendo uma relação com o outro, no papel de paciente. Esta relação, sobretudo, inicia-se quando nos relembramos da motivação básica que temos enquanto psicoterapeutas. Neste aspecto, a escolha da especialidade clínica, ao longo de nossa história de vida e do nosso processo acadêmico, com o intuito de prestar um serviço de qualidade para ajudar o outro é o alicerce fundamental de todo este trabalho.
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A autoestima nada mais é do que a crença que o indivíduo possui sobre si mesmo. Então, baseado nesta crença individual e subjetiva, podemos ter:
uma autoestima positiva, com a crença, por exemplo, de que "eu sou capaz". Assim sendo, caso aconteça algo negativo, acredito que sou absolutamente capaz de lidar com o problema e este, sobretudo, não terá nenhum impacto muito relevante em minha vida.
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Fundamentalmente na bipolaridade, o raciocínio clínico precisa partir, em termos de conceitualização e de formulação de caso, de três diferentes condições cognitivas específicas: o paciente eutímico (com humor regulado e estável), o paciente em episódio de mania ou de hipomania e o paciente em episódio depressivo.
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Baseado em critérios do DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) American Psychiatric Association - 5ª Edição / 2013 (Versão revisada de 2022).
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Segundo o DSM-V, para o diagnóstico do transtorno bipolar do tipo I, o indivíduo requer a manifestação de um episódio ou mais de mania. Contudo, para o diagnóstico do transtorno bipolar do tipo II, o indivíduo requer a manifestação de um ou mais episódios depressivos, um episódio ou mais hipomaníacos e, sobretudo, nunca ter apresentado nenhum episódio maníaco.
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Conceitualmente, a bipolaridade é descrita na literatura como uma doença mental grave, crônica, recorrente e incapacitante, sendo assim, uma condição que quando diagnosticada, irá acompanhar o indivíduo acometido ao longo de toda a sua vida e, justamente, por ter uma característica recorrente, ela pode se agravar, necessitando de intervenções mais específicas, e incapacitante, por ocasionar prejuízos sociais, ocupacionais e econômicos, dentre outros.
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Para o tratamento da depressão clínica ou maior existem, atualmente, diversas possibilidades disponíveis com evidências científicas favoráveis, neste artigo, apresento brevemente algumas delas. Devido ao grande número de pessoas que sofrem com esta patologia e do seu impacto significativo, tanto individual, quanto na economia mundial, houve um grande avanço nas pesquisas que procuraram e desenvolveram, sobretudo, tratamentos cada vez mais eficazes.
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Alguns dos fatores de risco para a depressão são crônicos e, na verdade, podem piorar com a recorrência dos episódios depressivos. Por exemplo, sintomas como distúrbios de sono, podem ser preditores de um primeiro episódio de depressão.
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Ao longo dos anos, o DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Saúde Mental) e o CID (Classificação Internacional de Doenças) vêm se desenvolvendo de modo independente um do outro, mas sobretudo, nas últimas décadas houve um movimento de convergência, principalmente, nos transtornos mentais, como a depressão.
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DR. OSVALDO MARCHESI JUNIOR
Psicólogo - CRP - 06/186.890
Atendimentos Psicológicos On-line e Presenciais para pacientes no Brasil e no exterior.
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Hipnoterapia.
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